O Nosso Conto de Fadas.

Uma menina olhava seus livros de contos de fadas e imaginava que um dia encontraria seu príncipe encantado. Que lhe traria uma rosa vermelha em cada manhã nublada, que a observará dormi por horas, só para apreciar sua beleza. A menina passava dias em seu quarto escrevendo cartas, poemas e pensamentos sem nenhum destinatário. Ela imaginava um alguém que lhe faria bem, que lhe faria sorrir, que poderiam ser um só. Ela sonhava de olhos abertos, em cada amanhecer ela acordava e olhava ao seu redor em buscar de um conforto de um abraço calorento. E nesse espaço que sobrava ao teu lado tinha uma legião de sentimentos reprimidos, ela queria ter um alguém. Ela queria ser a garota favorita de alguém, queria ser o sorriso perfeito pra alguém, queria colocar um destinatario nas cartas guardadas, ela não queria ser mais um alguém na vida de um alguém, ela queria ser uma pessoa, a mais especial. Ela dizia que o amor era uma coisa que só quem era capaz de amar poderia sentir. Por esperar demais, por querer demais das pessoas, ela não conseguia perceber que de repente começou a sentir borboletas no estômago, um coração acelerado, um sorriso incontrolavel, uma vontade imensa de pular. Ela estava amando, pela primeira vez. Ela conseguiu dividi suas cartas, seus poemas e suas palavras de amor, ela era correspondia. Ele a queria o mesmo tanto como ela o queria. Eles riam, se divertiam como duas crianças. Anos se passaram e os dois se amavam cada vez mais. Eles faziam planos de se casar,de ficar pra sempre juntos. E por conseqüência do amor, ela acreditou na suas palavras, na suas ações. Porque ela o amava, ela não precisava pensar no depois, ela o amava e aquilo bastava. Ele era o oxigênio dela, era mais que uma substância. Era cada batimento cardiaco, era cada gota de sangue que corria em suas veias. Ela era tudo que ele queria até então. A menina passou a esperar ele toda manhã, como sempre fazia. Ele não apareceu com sua rosa vermelha, não cantou mais pra ela dormi, jogou suas cartas fora. Um dia a menina passou a acreditar mais na realidade de cada passo que ela dava, do que no sonhos que ela inventará para ser mais feliz. Ela fez daquele menino um sonho, uma fantasia mais louca do seus sonhos. Que em certos momentos ela se apega nessas fantasias loucas, porque ela ainda senti saudades, ela ainda queria um ultimo beijo do menino alucinado que fazia dos poemas dela algo sincero. Ela queria uma outra vez seu sonho irreal.
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