Eu sou um pálido olhar, perdido numa tarde sem poente, tu és o reflexo desse poente encoberto, que tenta mostrar-se a vida natural evidente. Sou um sonho sonhado que sonha tentando acordar. Tu és realidade vivendo o que vives, das horas rotinas que vive na espera da vida sem tempo a passar. Eu sou o sol, sou o sonho da vida. Se és a lua, és a vida do sonho. Se acaso sou chuva, és o mar. O que sou ? O que és ? O que vives sonhando, o que sonho vivendo. É a vida do sonho, é o sonho da vida. É só isso que conta, só isso que vale. O resto ? Que resto ? Que importa ? Nem sei se existe!
Por: Ricardo Barbosa de Andrade
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